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Destaques

01/06/2020

Acordo é firmado entre Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e Amipa

A parceria tem anuência da Seapa/MG e busca garantir os recursos financeiros para custear as ações durante cinco anos
Acordo é firmado entre Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e Amipa

Assinado um novo Acordo de Cooperação Técnica, em 20 de março, pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e pela Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), para a certificação de origem e qualidade do algodão estadual nos próximos cinco anos. As atividades de cooperação firmadas têm anuência do governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa).

 

A parceria conta com investimento financeiro do Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura do Estado de Minas Gerais (Algominas), gerido pela Associação sob acompanhamento do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas).

 

O Plano de Trabalho contemplado no Acordo prevê o custeio das despesas de manutenção das atividades de certificação pelo Fundo Algominas, via Amipa. Para a supervisão e execução da elaboração dos certificados, serão contratados dois estagiários para atuarem junto à Gerência de Certificação do IMA e adquiridos os equipamentos de trabalho necessários (notebooks).

 

De acordo com o gerente de Certificação do Instituto, Rogério Fernandes, no decorrer dos anos as atividades de certificação do algodão têm contribuído para manter elevado o volume de trabalho do órgão, que também responde pela certificação de outros 13 produtos no estado. “A contratação dos estagiários vai permitir mais agilidade e qualidade na certificação do algodão, dando vazão à demanda regional e evitando a ocorrência de erros no processo”, informa o gerente.

 

O principal objetivo da certificação é atestar a origem e a qualidade do algodão produzido pelos produtores associados à Amipa e absorvido pelas indústrias têxteis mineiras, em atendimento ao regulamento do Proalminas. Criado pelo Decreto Estadual Nº 43.508/2003, o Programa viabilizou a implementação da certificação, em 2011, para atender a uma de suas normas, que é a de “estabelecer mecanismos de comercialização que garantam, especialmente, ao produtor melhor remuneração pelo seu trabalho e investimento”.

 

Com a certificação dos lotes de algodão, os produtores mineiros vinculados à Associação recebem como principal benefício a comercialização de toda a produção, junto às indústrias têxteis estaduais, com ágio de +7,85% sobre o preço de mercado.

 

A concessão do benefício segue as regras do Acordo de Cooperação, firmado anualmente entre a Amipa, o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem no Estado de Minas Gerais (SIFT/MG), o Sindicato das Indústrias Têxteis de Malhas no Estado de Minas Gerais (Sindimalhas) e o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem de Juiz de Fora (Sinfitece), com a anuência da Seapa/MG. O setor industrial têxtil, por sua vez, é beneficiado com a desoneração do ICMS ao consumir o algodão regional com origem e qualidade garantidas, por meio de sua adesão ao Proalminas.

 

Na opinião de Fernandes, a assinatura do acordo técnico entre IMA e Associação permite um maior suporte do órgão na análise e emissão dos certificados para os produtores. “Provar a origem e a qualidade é agregar valor ao algodão, melhorando as condições de venda pelo cotonicultor e de compra pela indústria”, afirma.

 

Processo de certificação

 

Na safra 2018/19, Minas Gerais tornou-se o maior estado produtor de algodão com alta tecnologia do Sudeste, com áreas cultivadas nas regiões do Noroeste Mineiro, Norte de Minas (agricultura empresarial e familiar) e Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, tornando ainda mais significativa a certificação da commodity regional.

 

O processo de certificação é iniciado a partir do registro de entrada do algodão na usina de beneficiamento (algodoeira). Amostras da pluma obtida são coletadas e enviadas para análise à Central de Classificação de Fibra de Algodão - Minas Cotton, filial tecnológica da Amipa localizada em Uberlândia/MG. A partir deste ponto, o processo acontece de forma 100% remota.

 

Processada a análise, é emitida a guia DAE (Documento de Arrecadação Estadual) relativa à taxa de emissão da certidão, a ser paga pelo produtor, pela usina ou por cooperativa de produtores. Após a quitação, o IMA emite o certificado em nome do cotonicultor e o encaminha à usina responsável pelo algodão.

 

A nota fiscal relativa à comercialização do algodão beneficiado – a ser emitida pela usina, produtor ou cooperativa - será gerada com o lançamento do número do certificado lançado em seu corpo, facilitando a comprovação para produtores, usinas, cooperativas, corretoras e compradores de algodão.

 

As indústrias têxteis mineiras realizam a conferência do algodão adquirido com o número da certificação constante na nota fiscal, comprovando à Seapa/MG tratar-se de algodão certificado e garantindo o benefício da desoneração do ICMS prevista em lei.

 

Fernandes assegura que, por serem todas remotas, as atividades de certificação do algodão desenvolvidas pelo Instituto continuam a ser realizadas sem interrupção, diante do atual período de pandemia causada pelo novo coronavírus.

 

Há passos essenciais do processo de certificação que são de responsabilidade exclusiva da Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton). São etapas que envolvem análises de amostras do algodão por meio de classificação visual e por High Volume Instrument (HVI). Após o lançamento das análises em sistema de informação, a geração do certificado é liberada junto ao IMA.

 

Segundo o gerente de laboratório da Minas Cotton, Anicézio Resende, até o final de abril deste ano, o número de análises realizadas foi muito pequeno, todas elas relativas à safra 2018/19. “As etapas das análises que dependeram do trabalho humano foram feitas em revezamento e sempre com um técnico por setor. Foi possível manter as atividades sem descuidar da segurança dos colaboradores, quanto à contaminação pela Covid-19”, diz ele.

 

Resende explica que o volume de análises costuma aumentar a partir do final de julho, mas entende que neste ano o número de análises pode evoluir de forma mais lenta. “Tudo vai depender do ritmo imposto pela cadeia produtiva mineira neste cenário de pandemia, em especial quanto à retomada do setor industrial têxtil e a sua consequente demanda por algodão”, afirma.

 

Saiba mais sobre a Minas Cotton e o seu papel fundamental na missão da Amipa de elevar ainda mais a qualidade da produção mineira do algodão em amipa.com.br.

 

 

Patos de Minas, 01.06.2020

Lorene Souza (17007)

Assessora de Imprensa

(34) 99200-3220

 

Crédito foto(s): acervo Amipa

A realização das análises por High Volume Instrument (HVI), pela Minas Cotton, são essenciais ao processo de certificação da origem e da qualidade do algodão mineiro

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