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04/02/2020

Amipa finaliza o ciclo 2018/19 de certificação ABR e licenciamento BCI em Minas

O balanço é positivo, com aumento do número de adesão de unidades produtivas em 2019, em todas as regiões produtoras do estado
Amipa finaliza o ciclo 2018/19 de certificação ABR e licenciamento BCI em Minas

Foi encerrado em Minas, em outubro de 2019, o ciclo 2018/19 de certificação do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e licenciamento Better Cotton Initiative (BCI), promovido pela Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa). A temporada registrou elevação na maioria dos indicadores em relação ao período anterior, encerrando com bons resultados o “Projeto de Sustentabilidade Algodão Brasileiro Responsável (ABR) para a Cotonicultura Mineira nas Safras 2015/2016, 2016/2017 e 2017/2018”, executado em parceria com o Instituto Brasileiro de Algodão (IBA).

 

O ritmo de adesão das unidades produtivas mineiras ao ABR/BCI aumentou mais de 50% em todas as regiões produtoras, saindo de 13 fazendas no ciclo 2017/18 para 21 na safra 2018/19: de 2 para 5 no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; de 9 para 13 no Noroeste de Minas; de 2 para 3 no Norte do estado.

 

O número de unidades diagnosticadas também aumentou de 13 para 21, em relação à safra anterior. A concessão da certificação e do licenciamento repetiu o ciclo passado em todas as regiões produtoras, beneficiando 12 fazendas.

 

Foram certificadas e licenciadas 38.350,13 toneladas (t) de pluma de algodão, frente ao total de 73.846,74 t produzidas em Minas Gerais. O volume certificado e licenciado representou 21.488,70 hectares (ha) do total de 42.720,00 ha de área plantada na safra 2018/19, em todo o estado.

 

Evolução na certificação e no licenciamento

 

Segundo o consultor técnico para o ABR/BCI da Amipa, Luis André Carvalho, em 2019 as atividades desenvolvidas junto às unidades produtivas receberam duas inovações, representando uma grande evolução na etapa final, de auditoria para certificação e licenciamento.

 

A primeira delas se refere a como a unidade produtiva passou a receber e a delegar as providências para solucionar as não conformidades encontradas durante a fase de diagnóstico, ou de Verificação para Diagnóstico da Propriedade (VDP).

 

Na sequência do processo iniciado com a adesão e cadastro da unidade produtiva junto ao programa, eram realizadas as visitas para diagnóstico, sendo feita a entrega ao gerente ou gestor da unidade o diagnóstico elaborado, juntamente com a lista VDP respectiva, o plano de correção de não conformidades (PCNC) e o relatório fotográfico. Naquela safra, ainda durante a reunião com a equipe para apresentação de todo o material elaborado, passaram a ser definidos os responsáveis por cada correção listada no PCNC, determinados pelo gerente ou gestor.

 

A outra, de forma sinérgica, foi o acompanhamento das correções feitas pelas unidades produtivas. “Após liberação pela Amipa, visito as fazendas que vão se certificar e auxilio, tiro dúvidas, ajudo a procederem às correções para receber a auditoria”, explica Luis André, informando também que as etapas de auditoria e de entrega do certificado ABR e do licenciamento BCI não sofreram modificação.

 

Luis André destaca ainda, como pontos positivos nos processos de 2019, o cumprimento dos Critérios Mínimos de Produção (CMP), de forma padronizada, por todas as unidades auditadas. “Todas as 12 fazendas que foram certificadas na safra 2018/19, ou qualquer fazenda que venha a pleitear a certificação, ela tem que cumprir 100% dos itens CMP, o que aconteceu com todas as 12 fazendas auditadas e de forma similar à safra 2017/18”, relata ele.

 

Para o profissional, o critério relativo à saúde, segurança e meio ambiente do trabalho foi o que apresentou as maiores dificuldades. “Primeiro, por se tratar de 132 itens de uma lista de 224  que compõem a fase do diagnóstico e, segundo, por enquadrar toda a Norma Regulamentadora 31 (NR31), que é relativa à área rural. Demonstra a necessidade melhoria das condições para a realização das atividades, bem como a necessidade de qualificação contínua dos colaboradores”, explica Luis André.

 

Nova safra tem apoio do Proalminas/Fundo Algominas

 

As ações em Minas do programa de sustentabilidade ABR/BCI, da Amipa, iniciam o ano com novidades para a safra 2019/20.  A principal delas, de acordo com a gerente administrativa da Amipa, Lucélia Borges, é a execução do programa com o apoio direto do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas) e do Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura no Estado de Minas Gerais (Algominas).

 

A formalização do apoio ocorreu a partir de recomendação da Associação, junto aos conselheiros do Proalminas, durante reunião ocorrida em Belo Horizonte, em dezembro. “Com base em resultados de campo alcançados com o ABR/BCI nos últimos anos, ficou demonstrada a importância de fomentar boas práticas sociais e ambientais nas fazendas algodoeiras do estado. Práticas que trazem melhorias tanto da qualidade de vida e segurança dos trabalhadores rurais quanto na organização da fazenda e nas atividades de produção do algodão”.  

 

Uma outra boa notícia em termos de sustentabilidade da cotonicultura estadual, foi a confirmação do apoio do Proalminas no desenvolvimento do “Certifica Minas - Algodão”. O governo de Minas, que implementou o programa em 2019, fez a integração da commodity no processo de certificação no final do ano passado.

 

A adesão do cotonicultor ao programa é voluntária, desde que cumpridos alguns requisitos, como a filiação à Amipa e aos sindicatos que representam o segmento têxtil estadual - Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem de Minas Gerais (SIFT-MG) e Sindicato das Indústrias de Malharias de Minas Gerais (Sindimalhas). O site do Certifica Minas traz todas as informações necessárias para a adesão do produtor de algodão.

 

Sobre o ABR/BCI

           

O programa ABR/BCI foi criado no país pela Abrapa, em parceria com as entidades representativas da classe de cotonicultores dos Estados, como a Amipa, em Minas Gerais, com a proposta de incrementar, de forma progressiva, boas práticas sociais, ambientais e econômicas nas unidades produtivas (fazendas) de algodão.

           

Ao elevar a qualidade da produção nacional da pluma, a Abrapa e as associações estaduais apresentam ao mundo a organização, empenho e compromisso dos cotonicultores brasileiros com a sustentabilidade e o futuro das próximas gerações.

 

Saiba mais sobre os programas ABR/BCI e AS em Projeto de Sustentabilidade Amipa.

 

 

Por:      Assessoria de Imprensa | Lorene Souza (Jornalista, 17007)

            Patos de Minas | 04/02/2020

 

Fotos: crédito Amipa

 

Foto 1 - Na fazenda DME (Presidente Olegário/MG), a fase de certificação inclui auditoria junto a operadores de colheitadeiras

 

Foto 2 - Gerente da fazenda Barro Branco (Unaí/MG) é entrevistado por auditor, após inspeção em depósito de embalagens vazias

 

Foto 3 - Como parte da auditoria de certificação da fazenda Barro Branco, a preparação de alimentos é inspecionada e uma entrevista é feita com as trabalhadoras do setor

 

Foto 4 - No processo de certificação da fazenda São Francisco (Coromandel/MG), auditor conversa com trabalhadores que atuam na colheita de algodão

 

Foto 5 - Etapa de reunião com empregados da fazenda Farroupilha (Presidente Olegário/MG), durante auditoria de certificação da propriedade

 

Foto 6 - O produtor e presidente da Amipa, Daniel Bruxel, recebe da secretária de Agricultura de Minas, Ana Valentini, uma das primeiras certidões do Certifica Minas- Algodão, safra 2018/2019.

 

Foto 7 - O agricultor familiar do Norte de Minas e associado da Amipa, José “Brasil” também recebe da secretária de Agricultura de Minas, Ana Valentini, a sua certidão do programa, safra 2018/2019

 

Fonte: Amipa

 

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