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Destaques

06/07/2019

DIA DE CAMPO AMIPA 2019

DIA DE CAMPO AMIPA 2019

Cerca de 550 pessoas, entre produtores, consultores, pesquisadores, técnicos, expositores e outros públicos ligados à cadeia produtiva do algodão, estiveram presentes no Dia de Campo Amipa 2019, realizado pela Associação Mineira dos Produtores de Algodão no dia 4 de julho, na fazenda experimental da associação localizada em Santana de Patos, distrito de Patos de Minas (MG). A quantidade de participantes aliada ao número de variedades expostas no campo de competição, 17, ao nível dos palestrantes e temas apresentados e ao número de empresas expositoras, também 17, evidenciam o bom momento do algodão mineiro, cuja produção este ano deve ser maior 67,3% em relação à safra passada e elevar Minas do quinto para terceiro lugar entre os maiores produtores brasileiros. Evidencia ainda a tradição alcançada pelo evento que se consagra a cada ano como um dos mais expressivos do gênero em Minas e no Brasil. Nos últimos quatro anos o número de participantes mais que triplicou no Dia de Campo da Amipa.

 

 

Neste ano, o evento deu ênfase ao aumento de produtividade, discussão sobre mercado e política relacionados ao agronegócio, à participação maciça da agricultura familiar e à divulgação oficial de investimentos destinados ao setor algodoeiro do semiárido no Norte de Minas. O evento também foi palco do início das ações de comemoração dos 20 anos de criação da Amipa, com destaque para o lançamento do Selo Amipa 20 Anos, e ainda da apresentação da marca comercial Trichogramma Amipa e consequente abertura do produto para o mercado. O Trichogramma Amipa é um agente de controle biológico desenvolvido pela Fábrica de Produtos Biológicos (Biofábrica), unidade filial da entidade instalada em Uberlândia. O produto foi testado e aprimorado ao longo dos últimos anos nas propriedades dos associados com bastante sucesso e eficiência no controle de pragas da ordem lepidóptera nas culturas do algodão, soja, milho, ervilha, feijão e tomate.

 

 

Em mensagem de boas vindas, o presidente da Amipa, Daniel Bruxel, destacou o crescimento do evento e sua importância para a cotonicultura mineira, valorizando a estrutura e conteúdo cuidadosamente preparados para possibilitar aos participantes o máximo relacionamento e conhecimento possíveis, troca de experiências e fomentação de negócios. Nesse sentido, ressaltou as presenças de produtores, representantes da indústria, de máquinas, de sementes, de defensivos, técnicos, enfim, e citou a qualidade dos temas abordados nas palestras e o auditório amplo que neste ano comportou confortavelmente 575 pessoas. “É gratificante ver aqui pessoas de São Paulo, Bahia, Goiás. Também pesquisadores da Embrapa de Campina Grande e Sete Lagoas. O intuito é esse, agregar, quanto mais pessoas tivermos aqui, mais conhecimento, mais troca de informações”, observou. Ele enalteceu também o incentivo ao setor em Minas Gerais envolvendo governo, indústria, produtores e Amipa, que está resultando  na retomada e crescimento da cotonicultura no estado.

 

 

O crescimento referido por Bruxel e que foi alvo de comentários no Dia de Campo se baseia em números consolidados. Minas deve ter nesta safra aumento de 67,3% e chegar a 73,2 mil toneladas colhidas de algodão em pluma, contra 43,7 mil toneladas na safra anterior, que foi maior 59,2% em relação à temporada 2016/17 que rendeu 27 mil toneladas, segundo dados da própria Amipa. Nesse contexto, o diretor executivo da associação, Lício Pena, informou que o aumento na produção passa também pelo volume de área cultivada, que saltou de saltou de 25,23 mil/ha em 2017/18 para atuais 42,8 mil/ha, 69,6% a mais. A produtividade mineira com 285 @//ha também está acima da média nacional. “Os números desta safra fazem com que Minas alcance a terceira posição entre os estados maiores produtores de algodão no Brasil, atrás somente de Mato Grosso e Bahia”, salientou.

 

 

O mercado também é favorável. Segundo a Amipa, das 73,2 mil toneladas de algodão em pluma estimadas para a 2018/2019, cerca de 20 mil toneladas estão contratadas com tradings e outras 52 mil toneladas serão consumidas pelo mercado interno. Com relação à safra futura 2019/20, boa parte já tem como destino certo o mercado externo - a produção mineira é exportada para 34 países.

 

 

Temáticas abordam mercado, cultura algodoeira e agricultura familiar

 

 

Aberto a diversos públicos ligados à cultura, o Dia de Campo teve nas palestras técnicas, quatro no total, outro ponto alto. O primeiro palestrante do dia, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e do Sindicato das Indústrias Têxteis de Malhas no Estado de Minas Gerais (Sindimalhas), Flávio Roscoe Nogueira, falou sobre “Melhoria do ambiente de negócios em Minas Gerais”. Em sua apresentação, ele falou do atual ambiente de negócios no Brasil – que se estende aos estados - e dos entraves que servem como desestímulo à indústria e ao investimento, tais como, insegurança jurídica, custos ocultos, déficits de infraestrutura, carga tributária elevada, baixa produtividade e altos custos produtivos e logísticos. Contextualizou também que o Brasil ocupa o 109º lugar no ranking de 190 países no relatório do Banco Mundial que avalia o ambiente para a realização de negócios. “Quanto ao tempo gasto para a abertura de uma empresa, o nosso país fica com a 140ª posição, enquanto a Nova Zelândia aparece em primeiro”, exemplificou. Flávio explicou ainda sobre a forma de atuação da Fiemg e os serviços que oferece, bem como dos sistemas que a integram – Sesi e Senai.

 

 

Segundo palestrante do dia, o engenheiro agrônomo e consultor da Ceres Consultoria Agronômica, Evaldo Kazushi Takizawa, abordou o tema “Manejo do algodoeiro”. Nesse contexto, ele destacou as boas práticas agronômicas como ferramentas para elevar as escalas de produtividade e, para isso, é preciso entender o patamar de produtividade do algodão, fazer a autogestão dos recursos, pessoas e processos, despertar a capacidade de visualizar as carências da propriedade em si e atuar de forma ordenada em busca das soluções. Acrescentou, porém, que essa ordenação implica em o produtor responder as perguntas: O que está reduzindo minha produtividade, quais são esses fatores? Qual é a ordem de importância destes fatores que reduzem minha produtividade? E quais são as soluções? “Para chegar às respostas precisamos aprender a ver o algodão com olhos de especialistas, em agronomia chamados de monitoramento da planta e depois desta visão do algodão devemos comparar ou chegar aos indicadores chaves de performance e assim chegarmos a solução através das tomadas de decisão”, ressaltou Evaldo Takizawa. A conclusão, segundo ele, é que a produção do algodão é intimamente relacionada com o ambiente e o entendimento da reação do algodoeiro a cada mudança climática é essencial para tomadas de decisão, a grande elasticidade desta planta e a diversidade adaptativa torna uma atividade agrícola instigante e quando bem aplicado o conhecimento, esta cultura coroa o agricultor com resultados surpreendentes.

 

 

Na sequência, foi a vez do professor doutor da Universidade de São Paulo (USP) e Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), Ederaldo José Chiavegato, falar sobre “Fisiologia do algodoeiro para altas produtividade”. Em sua abordagem, ele disse que primeiro é preciso saber qual o potencial produtivo das atuais cultivares de algodão disponíveis no Brasil? Sobre essa questão, ele respondeu que é possível atingir cerca de 600@/ha de algodão em caroço e 240@/ha de pluma. Ou seja, uma produtividade muito superior à média brasileira que está em torno de 250@ e 100@ de algodão em caroço e em pluma, respectivamente. Então, o que limita a estabilidade e a máxima produtividade do algodoeiro nas nossas condições? Segundo ele, o algodoeiro apresenta hábito de crescimento indeterminado, grande complexidade estrutural e de desenvolvimento, e extrema sensibilidade às condições do ambiente. Por outro lado, apresenta também ampla estabilidade e adaptabilidade, o que torna possível o seu cultivo nos mais diversos ambientes de produção. “Assim, para a obtenção de altas produtividades, são necessários ajustes estratégicos no manejo durante o ciclo da cultura, considerando essa forte interação do algodoeiro com o ambiente de produção. Desse modo, faz-se necessário correlacionar as reais necessidades do algodoeiro (o que é desejável para a planta) com as condições específicas que cada região/ambiente pode oferecer. Ou seja: aproveitar as condições favoráveis e minimizar as condições desfavoráveis do ambiente para o desenvolvimento do algodoeiro”, explicou. Acrescentou que produtividade do algodoeiro depende diretamente do número de capulhos retidos na planta (80% da produção) e do peso dos capulhos (sementes e fibras). Esses parâmetros são afetados por fatores ambientais (edafoclimáticos), genéticos e hormonais. Consequentemente, o foco principal do manejo convencional compreende em minimizar o aborto de estruturas reprodutivas e viabilizar o fornecimento de recursos (fotoassimilados e outros nutrientes) para o completo desenvolvimento e crescimento dessas estruturas. Ou seja, potencializar a fotossíntese e minimizar estresses bióticos e abióticos. Porém, finalizando, disse que considerando as variações climáticas anuais e as particularidades individuais de cada ambiente de produção, rigorosamente para fazer os ajustes de manejo necessários durante o ciclo da cultura (manejo estratégico), é imprescindível conhecer profundamente a planta, a interação com o ambiente e os processos fisiológicos e bioquímicos envolvidos em cada fase de desenvolvimento da cultura.

 

 

Encerrando o ciclo de palestras, o coordenador de Cooperação Técnica Ásia/África e Oceania do Ministério das Relações Exteriores, Nelci Caixeta, abordou o tema “Centro de Referência da Agricultura Familiar”, referência ao Centro de Difusão de Tecnologia do Algodoeiro de Catuti, município da região Norte de Minas. Segundo ele, o centro está inscrito no âmbito do Programa Brasileiro de Apoio ao Fortalecimento da Cotonicultura em Países em Desenvolvimento da África, sob coordenação da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com a Amipa, Coopercat, Prefeitura de Catuti e Universidade Federal de Lavras (UFLA). Segundo ele, essa iniciativa beneficiará o setor algodoeiro local e permitirá compartilhar experiências de desenvolvimento nessa área com 16 países da África (Benim, Burquina Faso, Burundi, Cameroun, Costa do Marfim, Chade, Etiópia, Mali, Quênia, Tanzânia, Moçambique, Malaui, Togo, Senegal, Sudão e Zimbábue), levando o conhecimento produzido e o nome da região para o cenário internacional. Nelci disse ainda que os produtores de algodão do Norte de Minas já puderam colaborar tecnicamente com uma centena de técnicos africanos nos últimos anos. “Esse centro terá uma área construída de 1.204 m², onde abrigará a usina beneficiadora de algodão, escritórios, salas de reuniões e de treinamentos, galpões para máquinas agrícolas e oficina mecânica. Há previsão de conclusão das obras em abril de 2020, cujo financiamento é garantido pela Agência Brasileira de Cooperação, do Ministério das Relações Exteriores”, finalizou.

 

 

Opiniões

 

 

Uma das autoridades presentes ao Dia de Campo, o presidente do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Haroldo Rodrigues da Cunha, destacou a importância do evento para o crescimento consolidado do algodão no estado. Segundo ele, Minas teve um crescimento muito expressivo nas duas últimas safras, saindo de 15 mil para 25 mil e depois para 42 mil hectares cultivados. “Quando há um crescimento com esse porte os problemas começam a surgir. Então é importante que os produtores estejam bem informados e saibam conduzir bem suas lavouras. Então o Dia de Campo traz isso, a oportunidade de troca de ideias sobre os novos materiais, as cultivares disponíveis e os principais desafios de manejo em termos de controle de pragas, doenças da fisiologia, enfim, como conduzir a lavoura da melhor maneira buscando alta produtividade e o crescimento contínuo”, justifica.

 

           

Sobre o crescimento da cotonicultura em Minas, Haroldo enalteceu o sempre reconhecimento da Amipa com relação ao apoio recebido do IBA. Segundo ele, a própria criação do instituto foi uma vitória do setor produtivo por meio das associações, representadas pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Por isso, é importante que as associações reconheçam isso. Ele lembra que desde a criação do IBA em 2010 e sequente operação a partir de 2011, o instituto tem conseguido fomentar várias ações nos estados e hoje o resultado aparece. “Veja bem, Minas como o terceiro maior produtor do Brasil, que é atualmente o segundo maior exportador de algodão do mundo. Parte de todo esse sucesso foi construído a partir do apoio do IBA, o que permite exatamente aplicar recursos para gerar desenvolvimento, conhecimento, capacitação e ir transformando o setor”. Segundo Haroldo, não é só aumento de área, é também melhoria da qualidade do algodão produzido e inovação. Aliás, sobre inovação, ele observa que Minas dá exemplo com a questão da Biofábrica da Amipa na produção dos parasitas biológicos. “Isso é uma coisa que talvez a gente não tenha muito no mundo do algodão em outros países. Então, temos inovação, aumento de produtividade, de qualidade e crescimento. Por isso, essa é uma parceria que espero que continue por muito tempo para que a gente consiga deixar um legado dos recursos que vieram para o Instituto Brasileiro do Algodão”, finalizou.  

 

           

Confirmando a opinião da maioria dos produtores presentes ao Dia de Campo, o produtor Rogério Guimarães classificou o evento como “excepcional” e a Amipa como “uma associação extremamente organizada”. “Eu que produzo várias culturas e o algodão é a que tem uma associação por trás com maior organização entre todas. Isso gera vários benefícios, inclusive, um dia de campo como este, com qualidades altíssimas de informações e palestras e várias pessoas envolvidas entre fornecedores de insumos, máquinas e compradores de algodão, Então, não era de se esperar nada de diferente disso vindo da Amipa, um evento tão bem organizado como este”, disse.

 

           

 Sobre o Trichograma Amipa, agente biológico que estava sendo lançado para o mercado durante o evento, Rogério informou ter realizado cinco ou seis solturas em sua lavoura e que deu pra atestar a sua eficiência, assim como outros que a associação tem ainda em fase de testes, porém, sabe que haverá redução de custos em sua lavoura, mas ainda não sabe precisar quanto. No entanto, além do impacto financeiro, ele se define como um produtor que se preocupa muito com o lado socioambiental. Assim, mesmo havendo todo um apelo da sociedade para redução no uso de defensivos, ele afirma que numa agricultura em larga escala ainda não há como reduzir a utilização a zero, por isso, todo tipo de agente biológico é bem-vindo. “É um caminho a ser seguido. Eu visitei a Biofábrica da Amipa e fiquei impressionado sobre como ocorre o processo e com tanta tecnologia envolvida, além das horas de trabalho empregadas no desenvolvimento dos agentes biológicos, incluindo, o Trichogramma. É um trabalho fantástico”, ressalta. Rogério Guimarães é produtor no município de Serra do Salitre, onde cultiva atualmente 772 há de algodão.  

 

 

Dia de Campo Amipa

 

 

O Dia de Campo Amipa 2019 faz parte de um projeto desenvolvido pela entidade, denominado “Retomada do Algodão”, que desde 2014 tem trabalhado estrategicamente o fomento da cotonicultura em todas as regiões algodoeiras de forma focada nos benefícios agronômicos e econômicos, principalmente integrada ao sistema de rotação de culturas. O evento se consolida como um dos maiores do gênero em Minas Gerais, impulsionado pela crescente produção do algodão no estado, apoio governamental e aumento na demanda da commodity tanto no mercado interno quanto nas exportações, isso também, aliado ao surgimento de novas tecnologias e qualidade da fibra produzida que melhora a cada ano. A cultura também vem se destacando pela importância socioeconômica, principalmente na região Norte, onde as lavouras ocupam áreas de 3 até 80 hectares em média, cultivadas por pequenos produtores praticantes da agricultura familiar. A tudo isso, acrescenta-se o fundamental apoio do governo mineiro por meio do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas).

 

 

O evento neste ano teve a parceria do governo de Minas por intermédio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, do Proalminas e do Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura do Estado de Minas Gerais (Fundo Algominas). Contou ainda com o apoio institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja-MG) e do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). Entre as empresas expositores estavam Basf, Bayer, CiaSeeds, FMC, Ihara, Instituto Matogrossense do Algodão (IMAmt), J&H, Laboratório Farroupilha/Lallemand, Nufarm, Syngenta e TMG. Autus, Ditrasa, Maqnelson/John Deere, Moraes, Stara e Uniparts.  

 

 

Fazenda Amipa

 

 

O local onde aconteceu o Dia de Campo Amipa 2019, a Fazenda Amipa, é uma propriedade adquirida pela Associação no fim de 2017 para, segundo planejamento, se tornar um centro de pesquisa e treinamento voltado à cotonicultura mineira.  “É um local destinado a realização de estudos de novos manejos agronômicos, validação de tecnologias, experimentação, treinamentos e capacitações”, detalha Lício Pena. A propriedade tem 276 hectares dos quais 184 plantados com algodão. Destes, 30 são destinados aos campos demonstrativos de competição de variedades conduzidos pela entidade.

 

 

Sobre a Amipa

 

 

A Associação Mineira dos Produtores de Algodão, Amipa, é uma entidade de utilidade pública criada em 1999 com os objetivos de organizar, fortalecer e representar a classe dos produtores de algodão do Estado. Atende seus associados em duas unidades: núcleo matriz instalado na cidade de Patos de Minas, base do setor administrativo e da diretoria da entidade; e o núcleo filial lotado em Uberlândia, onde estão instalados os centros tecnológicos Minas Cotton e a Biofábrica. O primeiro, a Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton) trabalha na operacionalização da análise e classificação da fibra do algodão produzido no estado e, o segundo, a Fábrica de Produtos Biológicos (Biofábrica) na produção de agentes biológicos para controle de pragas nas lavouras mineiras.

 

 

Foto Amipa 1 – crédito: Mauro Marques/Amipa

Legenda: Dia de Campo Amipa 2019 reuniu cerca de 550 pessoas na Fazenda experimental da própria associação no Distrito de Patos de Minas

 

 

Foto Amipa 2 – crédito: Mauro Marques/Amipa

Legenda: O presidente da Amipa, Daniel Bruxel, abriu o evento destacando a parceria com governo, indústria e produtores na retomada do algodão no estado

 

 

Foto Amipa 3 – crédito: Mauro Marques/Amipa

Legenda: Em sua palestra, o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, contextualizou o atual ambiente de negócios em Minas e no Brasil e listou entraves para quem deseja investir 

 

 

Foto Amipa 4 – crédito: Mauro Maques/Amipa

Legenda: O agrônomo e consultor da Ceres Consultoria Agronômica, Evaldo Takizawa, falou sobre manejo do algodoeiro e salientou a necessidade do produtor estar sempre bem informado

 

 

Foto Amipa 5 – crédito: Mauro Marques/Amipa

Legenda: O professor doutor da USP e Esalq, Ederaldo José Chiavegato, abordou o tema “Fisiologia do algodoeiro para altas produtividade”, destacando a importância de conhecer bem a planta

 

 

Foto Amipa 6 – crédito: Mauro Marques/Amipa

Legenda: Coordenador de Cooperação Técnica Ásia/África e Oceania do Ministério das Relações Exteriores, Nelci Caixeta focou sua apresentação na agricultura familiar destacando o trabalho feito no município de Catuti, região Norte de Minas

 

 

Fonte: Imprensa Amipa - Evaldo Rosa Pighini

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