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Destaques

29/03/2021

MINAS COTTON COMEMORA 15 ANOS COM QUALIDADE E COMPETÊNCIA

MINAS COTTON COMEMORA 15 ANOS COM QUALIDADE E COMPETÊNCIA

A Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton), filial tecnológica da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), comemora neste mês de março 15 anos de atividade como laboratório autorizado para prestação de serviço de análise e classificação da fibra de algodão, com reconhecimento nacional e internacional. Com sede em Uberlândia (MG), tornou-se fundamental no processo de certificação de origem e qualidade do algodão mineiro instituído por meio de parceria entre a Amipa e o governo de Minas Gerais e implementada em 2011. Além de ser um laboratório com elevado nível de excelência para a padronização e certificação do algodão, funciona como centro empresarial para todo o mercado cotonicultor na realização de reuniões, debates, treinamentos.

 

Nascido de um projeto audacioso da diretoria da Amipa, a Minas Cotton foi fruto da necessidade dos cotonicultores mineiros de ter um laboratório regional para realizar a análise e classificação da fibra e, consequentemente, melhorar a produção e abrir novos mercados, internos e externos. Com a parceria do governo do estado, por meio do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas) e o Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura no Estado de Minas Gerais (Algominas), e com a Prefeitura Municipal de Uberlândia, esse sonho foi finalmente concretizado em 2006. Desde então a entidade dedicou esforços para transformar a Minas Cotton em uma empresa bem organizada e com padrões rígidos de qualidade e precisão de resultados.

 

Novo avanço ocorreu em 2013 e 2019 com a aquisição de novos equipamentos do tipo HVI (High Volume Instrument), pelo qual se faz a classificação instrumental do algodão. Responsável por medir as propriedades intrínsecas da fibra de algodão, a análise HVI é uma ferramenta importante tanto para o cotonicultor quanto para a indústria têxtil, pois permite ao produtor definir a quem vender e o preço correto pela qualidade da fibra; e possibilita à indústria comprar a matéria-prima com as características que melhor se adequam ao seu processo produtivo, maximizando o seu uso e a fabricação de fios ideais, com melhor custo/benefício.

 

Desde 2011 a Minas Cotton integra o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) com o objetivo de credenciar e inserir os laboratórios brasileiros nos padrões internacionais de classificação e análise do algodão. Além disso, participa de programas de aferição interlaboratorial mundialmente reconhecidos, como naqueles realizados pelo Internacional Cotton Advisory Committee (ICAC), dos Estados Unidos e no Bremen Baumwoll–Rundtest, da Alemanha. Ao longo dos anos, por várias vezes a Minas Cotton esteve posicionada no ranking das rodadas de aferição do ICAC como um dos laboratórios com resultados mais precisos - com base nas estatísticas do órgão - a nível global em análise de HVI.

 

Em reconhecimento à sua capacidade técnica no atendimento às diversas normas e regulamentações vinculadas à classificação do algodão em pluma, a Minas Cotton é licenciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) desde 2007 para operar como posto de serviço autorizado.

 

Avanços

 

Hoje o laboratório Minas Cotton da Amipa tornou-se um centro de informação para o mercado brasileiro em relação ao cultivo direcionado para a qualidade do algodão, prestando serviços de excelência para toda a cadeia do algodão, auxiliando no desenvolvimento da cotonicultura e contribuindo para a melhoria contínua da qualidade das fibras de algodão produzido no estado de Minas Gerais.

 

Na safra 2019/2020 a Minas Cotton apresentou excelentes resultados, registrando um volume de 650 mil análises com 100% dos fardos de algodão produzidos em Minas Gerais, sendo 330 mil análises instrumentais do tipo HVI e 320 mil análises da classificação manual/visual. Nesses 15 anos, o laboratório acumula um volume de seis milhões de análises, sendo: 2,7 milhões de classificação manual/visual e 3,3 milhões de análise instrumental do tipo HVI.

 

Com o apoio do Instituto Brasileiro de Algodão (IBA), em 2020 a Amipa investiu mais de R$ 1,5 milhão em melhorias na estrutura e nas máquinas de HVI, instalando os kits Gabinetes DCH (Dual Color Head) – módulo de cor duplo que faz quatro leituras de cor e impureza na mesma amostragem das fibras de algodão.

 

Segundo o gerente da Minas Cotton, Anicézio Resende, esse investimento permitiu que o laboratório melhorasse ainda mais as boas práticas de análise, dando maior precisão à classificação do algodão pelo HVI, beneficiando todos os clientes ao dar mais confiança, segurança e credibilidade às informações repassadas. Com isso, facilitou a negociação da produção e ajudou a indústria têxtil na aquisição da matéria-prima mais adequada para o seu processo, otimizando os custos e produzindo fios e tecidos de excelente qualidade.

 

“Nesses 15 anos da Minas Cotton trabalhamos com dedicação, seriedade, responsabilidade, competência e compromisso. Durante este tempo, várias coisas boas aconteceram, mas sabemos que outras melhores estão por vir: novidades tecnológicas, novas parcerias, novos treinamentos de capacitação, novos projetos, novas informações e muito mais. Trabalhamos e dedicamos o tempo todo à melhoria contínua da qualidade do algodão mineiro e ao desenvolvimento do laboratório Minas Cotton. Hoje sei que percorremos o caminho certo e o mercado cotonicultor tem bons motivos para comemorar esses 15 anos da Minas Cotton, porque Minas Gerais tem hoje um dos melhores laboratórios de análise de fibra de algodão do país e do mundo, garantindo boas práticas às análises da fibra de algodão, fortalecendo e aferindo rastreabilidade, confiança e credibilidade às suas análises da pluma do algodão produzida no estado e ofertada a todo mercado têxtil”, finaliza Resende.

 

Lício Augusto Pena de Sairre, diretor-executivo da Amipa, considera que “a Minas Cotton é o braço tecnológico da qualidade da fibra de Minas Gerais. No laboratório da Amipa o produtor e o comprador sentem-se seguros em relação à qualidade do algodão para finalizarem as negociações de seus lotes. Local de capacitações e orientações tanto para o produtor como para as industriais têxteis. Enfim, o laboratório Minas Cotton é uma grande conquista do Proalminas para todo o setor têxtil e fruto edificado do trabalho dos associados da Amipa.”

 

Serviços prestados pela Minas Cotton

 

Com equipe técnica de alto nível e estrutura física em conformidade com as normas de climatização e padronização (temperatura, umidade e iluminação) estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), ASTM/Estados Unidos e AFINOR/França, a Minas Cotton realiza as seguintes análises da pluma do algodão:

 

Análise HVI: diz respeito à classificação instrumental do algodão. Responsável por medir as propriedades intrínsecas da fibra do algodão, mensura as seguintes características: comprimento da fibra, uniformidade do comprimento, índice de fibras curtas, alongamento da fibra, resistência da fibra, índice de micronaire, índice de maturidade da fibra, reflexão grau de cinza, grau de amarelo, grau de cor, impurezas count, área ocupada pelas impurezas, grau de leaf (folha) e faz o cálculo do índice de consistência na fiação e índice de fiabilidade.

 

Classificação manual/visual: análise física das características extrínsecas da pluma de algodão de modo a enquadrá-la nas referências estabelecidas pelo padrão universal do United States Department of Agriculture (USDA). Os pontos observados para a classificação do tipo do algodão são: definição da cor (brilho, reflexão, grau de amarelo); nas impurezas (folhas, talos, cascas e outros); no beneficiamento (aparência, encarneirado, flocado, mascado, misturado, entre outros); na contaminação (caule, caroço, fragmentos do caroço, capim, picão, manchas, fibras estranhas, entre outros).

 

Pegajosidade (caramelização): análise que quantifica os níveis de açúcar pegajoso e não pegajoso encontrado nas fibras do algodão por contaminação de insetos sugadores ou por açúcar natural acumulado na fibra em função da maturidade, informação que serve como garantia da integridade e qualidade das fibras de algodão produzidas para a produção de fios e tecidos.

 

Take-up – Análise realizada pelo comprador têxtil, na qual se dá a conferência da qualidade do algodão em pluma de forma padronizada. São preparados os lotes para avaliação, incluindo a classificação manual/visual conforme padrão universal e o relatório do teste em HVI, elaborados no próprio laboratório Minas Cotton.

 

Cursos e Treinamentos:

 

- Treinamento básico para os produtores associados à Amipa, clientes e parceiros sobre a qualidade do algodão desde o cultivo ao tecido.

 

- Treinamento (reciclagem) sobre classificação do algodão em pluma com base no padrão universal em parceria com o Ministério da Agricultura.

 

- Curso formação de classificadores de algodão realizado em parceria com o Ministério da Agricultura e instituições de referência com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

 

- Consultoria em geral na área da qualidade das fibras de algodão.

 

 

Foto: sede do laboratório Minas Cotton, em Uberlândia (MG)

Crédito: Amipa

 

Silvia Alves

Assessora de imprensa da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa)

https://amipa.com.br

Siga: @amipa.algodaomg

silviamaria1551@gmail.com

Fone: (34) 99819-9082

Whatsapp: (61) 99606-9905

 

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