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26/06/2020

Reconhecida no Brasil e no exterior, Minas Cotton consolida 14 anos de qualidade

A filial tecnologica da Amipa acumula historico de mais de cinco milhoes de analises de algodao realizadas
Reconhecida no Brasil e no exterior, Minas Cotton consolida 14 anos de qualidade

Em 2020, a Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton), situada em Uberlândia (MG), registra 14 anos como significativo pilar da cadeia produtiva mineira do algodão. É reconhecida como um laboratório de alta qualidade, precisão e confiabilidade em análises de fibra de pluma algodoeira.

 

Filial tecnológica da Associação Mineira dos Produtores de Algodão - Amipa, a Minas Cotton tem como marco neste ano comemorativo o novo recorde de análises de algodão (safra 2018/19). Foram mais de 980 mil amostras analisadas, sendo 510 mil por High Volume Instrument (HVI) e cerca de 476 mil por classificação visual. Este resultado, somado ao volume acumulado desde a sua fundação, representa mais de 5,2 milhões de análises realizadas, contemplando o atendimento ao mercado mineiro e de outros Estados.

 

“A Minas Cotton foi concebida para atender à demanda de classificação, análise e certificação de origem e qualidade do algodão e é resultado de um esforço inequívoco da Associação. Além do papel fundamental do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas) para constituir o laboratório, mobilizou esforços junto à prefeitura de Uberlândia para instalar a filial e conquistou o apoio da FMC Corporation América Latina para obter o primeiro equipamento de análise HVI do laboratório”, relata Daniel Bruxel, presidente da Amipa.

 

O laboratório é peça chave na certificação de origem e qualidade do algodão estadual, instituída pelo governo de Minas Gerais em 2011. Realizada pelo laboratório em parceria com o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), o processo de certificação representa uma das maiores conquistas da cadeia produtiva mineira e que impacta positivamente a comercialização do produto, tanto no mercado interno como no externo.

 

Daniel destaca, por outro lado, que o atual patamar de evolução que a Minas Cotton tem alcançado não seria possível sem o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). “A edificação e todo o mobiliário da nova sede própria, além da aquisição de colorímetros e de novos equipamentos de HVI não seriam realidade sem a participação do IBA, nos últimos anos”, afirma.

 

Na avaliação do presidente da Amipa, ainda que haja retração no setor devido à pandemia do novo coronavírus, ele acredita que a médio e longo prazo será possível manter ou até mesmo elevar os níveis de produção, exportação e consumo da commodity. “Este é um setor em que a gente acredita muito e que vem se recuperando nos últimos anos. A perspectiva de redução de área já estava no radar, independente da pandemia, mas a boa produtividade e as novas tecnologias contribuem para que o produtor continue a oferecer muita qualidade de fibra às indústrias dos mercados regional e nacional, e também internacional”, ressalta Daniel.

 

Minas Cotton: breve resgate histórico

 

A sua história remonta a 2005, quando o estado de Minas Gerais entrou em uma fase de aperfeiçoamento da cultura do algodão, junto com novas pressões emergindo do mercado consumidor. De um lado, as indústrias têxteis, grandes compradoras da commodity, passaram a exigir com maior frequência a apresentação do laudo de análise tecnológica do algodão, realizada por HVI, para verificar a sua qualidade. De outro, a comercialização da commodity começava a ganhar escala de importação, uma operação na qual também se exigia o laudo prévio da análise para ser concretizada.

 

Tesoureiro da Amipa à época de fundação da Minas Cotton, Stanis Bombonato foi um dos principais responsáveis pelo surgimento da unidade, ao lado do então presidente, Inácio Carlos Urban. “Naquela época, as análises por HVI do algodão mineiro eram feitas em um laboratório localizado em São Paulo. As dificuldades eram enormes, tanto para enviar as amostras como para receber o resultado, que podia demorar meses”, diz Bombonato.

 

Acompanhando Inácio Urban em reunião, em encontro anual do Clube da Fibra, promovido pela FMC, Stanis testemunhou aquele que seria o pontapé inicial para a origem da Minas Cotton. Foi naquele encontro que Inácio confirmou o apoio do então presidente da FMC, Antônio Carlos Zem, para conseguir um equipamento de análise por HVI que atendesse aos produtores da Associação. A máquina, importada da Índia, foi recebida de Antônio Carlos pouco tempo depois e abriu caminho para a montagem de um laboratório tecnológico em Minas.

 

“Uberlândia foi uma opção estratégica, pela sua localização próxima a muitas áreas de plantio dos produtores associados e também pelo aeroporto, essencial para a verificação presencial das amostras do algodão por representantes das indústrias têxteis”, explica Bombonato. Ele diz que a localização do aeroporto e o eixo do anel viário impactaram a escolha da sede do laboratório, reforçando o objetivo de garantir um acesso ágil para os clientes, longe do trânsito da cidade.

 

Stanis destaca o apoio recebido da prefeitura do município, então sob gestão de Odelmo Leão, para a manutenção inicial da primeira sede da Minas Cotton, em uma valiosa parceria que durou alguns anos. “Resolvidas a tecnologia e a estrutura, faltava um especialista em classificação do algodão para conduzir o laboratório. Buscar esse técnico foi um desafio, mas encontrar o Anicézio Resende foi compensador. A partir daí, a Amipa conseguiu impulsionar a cotonicultura regional com qualidade tecnológica e profissional”, afirma.

 

“Desde a inauguração da Minas Cotton, em 2006, trabalhamos com seriedade, competência e compromisso, de serviços de análises por classificação visual manual e tecnológica por instrumento do tipo HVI a orientações, treinamentos e consultorias, atendendo a toda a cadeia produtiva mineira do algodão”, relata o gerente da Minas Cotton, Anicézio Resende.

 

Resende também destaca a parceria, na época, com a Fundação Blumenauense de Estudos Têxteis (FBET), de Blumenau (SC), cujo know-how e credibilidade em análise de fibra do algodão foram fundamentais para que o laboratório conquistasse confiança e credibilidade junto ao mercado, em pouco tempo.

 

“De 2007 a 2008, com  o credenciamento da Minas Cotton junto ao Ministério da Agricultura, ao International Cotton Advisory Committee (ICAC) e com a participação de checagens de aferição internacional coordenadas pela Bremen Cotton Exchange, o laboratório começou a ser reconhecido pelas suas boas práticas tecnológicas de classificação do algodão em Minas e no Brasil”, relembra o gerente.

 

Segundo Resende, nos dias de hoje a filial tecnológica da Amipa, além de prestar serviços tecnológicos essenciais à cadeia cotonicultora mineira, colabora na promoção da melhoria contínua da qualidade da fibra do algodão produzido no estado. “Estes 14 anos de um trabalho notável somente foram alcançados devido à confiança recebida dos produtores associados, ao compromisso de todos os colaboradores da Amipa e ao apoio das instituições públicas, parceiros, corretores e indústrias têxteis, fundamentais para consolidar um laboratório como o nosso”, reconhece ele.

 

Laboratório de referência

 

Inaugurada pela Amipa em 2006, a Minas Cotton é especializada nas análises de classificação manual e visual e em análise tecnológica por HVI, realizando ainda análises de pegajosidade e take-up.

 

Estratégico para o mercado mineiro, o laboratório apresenta nível de excelência para padronização e certificação do algodão produzido no estado, conduzidas por equipe de profissionais de elevado nível técnico. Além de oferecer um imprescindível suporte tecnológico na certificação de origem e qualidade do algodão em pluma a ser comercializado, a unidade funciona como um centro empresarial para todo o mercado cotonicultor para reuniões, debates, treinamentos e consultorias.

 

Além da certificação junto ao Mapa, a Minas Cotton participa de diversas aferições interlaboratoriais no Brasil, Estados Unidos e Alemanha e do Programa Standard Brasil HVI, da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). É considerado um dos principais laboratórios de referência em análise por HVI no Brasil.

 

Conquista dos produtores com apoio do Proalminas

 

A origem da Minas Cotton está vinculada à publicação da Lei nº 14.559/02, que instituiu o Proalminas e o Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura do Estado de Minas Gerais (Algominas), com a finalidade promover o desenvolvimento e a sustentabilidade da cadeia produtiva do algodão no estado. A sua viabilidade também resulta do Convênio de Cooperação Técnica de Certificação de Origem do Algodão nº 1.1975 firmado, por intermédio do Proalminas, entre o governo de Minas Gerais, a Amipa e a prefeitura de Uberlândia.

 

Foi em 2014 que a Associação lançou a pedra fundamental relativa à construção da nova sede própria da Minas Cotton, em parceria com o IBA. A moderna edificação de 2,6 mil m2 de área construída está localizada no bairro Alto Umuarama II, região leste de Uberlândia, em terreno de 6 mil m2 cedido pela prefeitura.

 

Arrojado, o projeto arquitetônico da sede da Minas Cotton foi premiado nacionalmente na 10ª edição do Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa, promovido pela Flex Eventos (SP) em outubro de 2013, conquistando o 1º lugar na categoria Projeto Comercial e Predial.

 

Fundamental ao fortalecimento de todos os elos da cadeira produtiva do algodão em Minas Gerais, do plantio à indústria, o Proalminas teve papel representativo para a estruturação do laboratório. Disponibilizou recursos financeiros do Fundo Algominas, sob gestão da Amipa, para investimentos em maquinário tecnológico e capacitação e treinamentos de classificadores de algodão, produtores e técnicos. Mantém-se como um grande apoiador do produtor mineiro, por meio da manutenção de subsídio em valores comerciais das análises de HVI e classificação visual

 

Amipa

 

Com duas décadas completas voltadas ao fomento e desenvolvimento sustentável da cotonicultura mineira, a Associação possui sede administrativa na cidade de Patos de Minas (MG).

 

Responde também pela gestão da Fábrica de Produtos Biológicos (Biofábrica), projeto inovador que utiliza a biotecnologia no controle de pragas e doenças do algodão em Minas Gerais, lançado em 2014.

 

 

Patos de Minas, 25.06.2020

Lorene Souza (17007)

Assessora de Imprensa

31 92002 6276

34 99200 3220 WApp

 

Crédito fotos: acervo Amipa

(1) Inácio Carlos Urban, presidente da Amipa (esq.) em discurso na inauguração da Minas Cotton, em 2006, em Uberlândia (MG), com Stanis Bombonato, tesoureiro da entidade

(2) Fala de Stanis Bombonato no evento de inauguração da Minas Cotton; ao lado, Antônio Carlos Zem, presidente da FMC, e Inácio Carlos Urban

(3) Ao centro, Lindomar Antônio Lopes, coordenador do Proalminas em 2006, ladeado por Inácio Carlos Urban (esq.) e Stanis Bombonato, na inauguração da Minas Cotton

(4+5) Fachadas da nova sede (2014) e da sede antiga (2006) da Minas Cotton, ambas em Uberlândia (MG)

Crédito vídeo: roteiro e produção Cheese Filmes

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